Carta 7 – ainda é outubro
Você sem lembra das nossas conversas no refeitório da faculdade?
Você sem lembra das nossas conversas no refeitório da faculdade?
Quantas pessoas chegavam e saiam e nós ali, sentadas, sempre
acompanhadas de pessoas e palavras que circundavam nossa mente tão cheia e tão
vazia...
De quantas vezes libertamos, nesse ritual de refeitório,
nossos anseios, medos e jeitos...
E daquela outra vez que fomos ao templo, lembra? Um dos
melhores momentos, para mim, foi ter sentado naquele restaurante para falar das
pessoas e das coisas impalpáveis que tanto martela a nossa cabeça.
Nossa, como e fico feliz de ter amigos engrandecedores de
coração que, em momentos de descuidos da vida, deixam vivos os fios da
existência já tão esquecidos por muita gente...
Cara, como eu te admiro!
Admiro por ser sempre tão generosa, por ter tempo para as
pessoas e principalmente, não ter medo de mostrar quem é.
Por me contar suas coisas,
por se perder e se encontrar diversas vezes, pelo humor, por olhar no olho.
Falando em olho, lembra
daquele evento “entre olhares”? Como foi bom te ver de perto!
É um universo tão lindo,
com um potencial tão gigantesco que sim, eu chorei!
Você, como engrandecedora
de coração que faz inflar os peitos alheios é uma pessoa linda! Meu, como fico
feliz de ter você por perto.
E na verdade, no fundinho do
coração, eu gosto de você porque vejo que carrega um pouco de mim sem ao menos
pedir licença.
Como é bom te encontrar e
me encontrar em você!
Obrigada por estar por
perto, por ser assim, por ser.
Com um tanto de admiração e
gratidão que mal cabem no peito,
P.
PS: Estou sempre disponível para cafés e conversas despretneciosas.
PS: Estou sempre disponível para cafés e conversas despretneciosas.
PS²: Que as dúvidas sempre existam, que o medo não seja maior que nossa coragem, que o trêm seja sempre pequeno para aquelas horas que a gente senta e tenta colocar em ordem nossa eterna bagunça mental





